Sua empresa sobreviveria a um ataque hoje? O que a baixa maturidade em Disaster Recovery revela sobre o futuro da segurança
Publicado em: 31 de março de 2026 | Categoria: Cibersegurança | Tempo de leitura: ~6 min
Um novo levantamento acendeu o sinal de alerta para CISOs, gestores de TI e líderes de negócio: boa parte das organizações ainda não testa de forma consistente sua capacidade de recuperação após incidentes. E o dado mais preocupante? 24% das empresas afirmam nunca testar seus planos de Disaster Recovery.
O estudo, conduzido pela Quest Software e publicado pelo SegInfo em março de 2026, ouviu 650 profissionais de TI e Segurança da Informação ao redor do mundo. Os resultados revelam um desequilíbrio claro: enquanto as organizações investem cada vez mais em controles preventivos, a fase de recuperação — tão crítica quanto a prevenção — continua negligenciada.
Este artigo explora o que esses dados significam na prática e como as soluções BeyondTrust e Teramind, disponíveis no portfólio da Duranium, ajudam sua organização a fechar essas lacunas antes que um incidente real exponha suas vulnerabilidades.
O problema: prevenir sem preparar para recuperar é metade da proteção
Muito se fala sobre firewalls, MFA, antivírus e políticas de acesso. E com razão — a prevenção é o primeiro pilar de qualquer estratégia sólida de segurança. Mas o estudo reforça algo que especialistas discutem há anos: proteção sem resiliência é insuficiente.
Quando um ataque acontece — e a questão hoje é quando, não se — a capacidade de resposta e recuperação determina o tamanho do impacto. Organizações que nunca simularam um cenário de crise real tendem a descobrir as falhas do seu plano de continuidade no pior momento possível: no meio do incidente.
O relatório também aponta que essa fragilidade é ainda mais acentuada em ambientes de Tecnologia Operacional (OT), onde os testes de Disaster Recovery frequentemente se limitam a simulações básicas voltadas apenas ao cumprimento formal de requisitos, sem validar a resposta real a uma crise.
Do ponto de vista de governança, fica clara a desconexão entre gestão de riscos, continuidade de negócios e Segurança da Informação — três pilares que precisam operar de forma coordenada para que uma organização seja verdadeiramente resiliente.
O segundo alarme: identidade é o novo perímetro — e está exposta
Se o gap em Disaster Recovery já é preocupante, o levantamento reforça outro desafio igualmente urgente: a segurança de identidade.
A multiplicidade de identidades distribuídas entre ambientes on-premises, cloud e híbridos aumenta exponencialmente a complexidade da gestão de acessos. Mas o ponto mais crítico trazido pelo estudo é o crescimento acelerado das identidades não humanas: contas de serviço, aplicações, bots e automações que, em muitos ambientes, já superam em volume os usuários humanos.
O resultado? Visibilidade reduzida, controle fragmentado e uma superfície de ataque que cresce mais rápido do que a capacidade das equipes de monitorar.
Dados do relatório mostram que mais da metade dos profissionais entrevistados aponta identidades não humanas como uma das áreas mais difíceis de proteger, seguidas por contas de terceiros e sistemas legados.
E com a inteligência artificial potencializando ataques automatizados e novos vetores de comprometimento de credenciais, o cenário exige respostas mais inteligentes e proativas. Não à toa, 79% dos entrevistados acreditam que soluções baseadas em IA aumentam a eficácia das estratégias de ITDR (Identity Threat Detection and Response).
Como fechar essas lacunas: BeyondTrust e Teramind em ação
A Duranium trabalha com um portfólio selecionado de soluções que endereçam diretamente os desafios apontados pelo levantamento. Dois produtos se destacam nesse contexto:
BeyondTrust — Controle total sobre acessos privilegiados
O BeyondTrust é uma plataforma de PAM (Privileged Access Management) que resolve na raiz um dos principais vetores de comprometimento de identidade: o acesso privilegiado sem controle, rastreabilidade e governança adequados.
Na prática, o BeyondTrust oferece:
Eliminação de senhas compartilhadas e planilhas de credenciais, um dos maiores riscos em ambientes corporativos
Revogação automática de acessos após o uso, reduzindo a janela de exposição
Monitoramento completo de sessões privilegiadas, com trilha de auditoria para investigações e conformidade regulatória
Redução de até 95% no risco de vendor risk, com controle granular sobre acessos de terceiros e fornecedores
Suporte a Zero Trust e controles de acesso rigorosos, alinhados às exigências regulatórias como a Resolução BCB 538/2025
Para um Disaster Recovery eficaz, saber quem acessou o quê durante um incidente é tão importante quanto a recuperação em si. O BeyondTrust permite que essa rastreabilidade exista — e que contas comprometidas possam ser isoladas rapidamente, limitando o raio de impacto.
Teramind — Visibilidade comportamental antes, durante e depois do incidente
Se o BeyondTrust protege o acesso privilegiado, o Teramind atua em uma camada complementar e igualmente estratégica: o monitoramento comportamental de usuários (UAM) e a prevenção de vazamento de dados (DLP).
O Teramind entrega:
Detecção em tempo real de comportamentos suspeitos — uploads indevidos, acessos fora de padrão, exfiltração de dados
Logs detalhados para investigação forense, essenciais tanto para resposta a incidentes quanto para a fase de recuperação
Identificação de padrões anômalos antes que se tornem um incidente confirmado
Redução de 90% em vazamento de dados e 70% no tempo de investigação pós-incidente
Trilha completa para auditorias, alinhada a frameworks como NIST e às exigências da LGPD e do BACEN
A relação entre Teramind e Disaster Recovery é direta: você não pode recuperar o que não sabe que perdeu. A plataforma permite visibilidade sobre o que aconteceu durante um ataque — informação fundamental para acionar o plano de recuperação com precisão e evidências sólidas.
Além disso, enquanto o mercado sofre em média US$ 4,44 milhões por vazamento de dados, com 241 dias para detectar o incidente, organizações que operam com o Teramind reduzem esse impacto para menos da metade, com detecção e bloqueio em tempo real.
Dê o próximo passo
Na Duranium, combinamos consultoria especializada com tecnologia de ponta para ajudar organizações a elevar sua maturidade em segurança de forma estruturada.
Quer entender como o BeyondTrust e o Teramind se encaixam na realidade da sua empresa? Fale com um dos nossos especialistas e agende uma avaliação sem compromisso.
👉 Entre em contato com a Duranium
Fonte de referência: Levantamento aponta baixa maturidade em testes de disaster recovery e reforça desafios em segurança de identidade – SegInfo, março de 2026



